sábado, 26 de novembro de 2011

googlejornalismo: um guia



Já pensou usar o Google para organizar suas fontes de informação, encontrar dados e fazer pesquisas pelo buscador e usar outros serviços e ferramentas para apurar, editar e publicar reportagens? Enfim, fazer jornalismo pelo Google?
Veja este guia produzido pela Medios Milenium, de Bogotá.
(documento em espanhol, em PDF, com 80 páginas e arquivo de 8,6 mega)



in: http://monitorando.wordpress.com/2011/11/23/googlejornalismo-um-guia/

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Jornalismo em desenho animado

Se admira o jornalismo feito em quadrinhos por Joe Sacco, vai gostar muito do que os salvadorenhos do El Faro fazem. É outra amostra de como o jornalismo se pode reinventar. Histórias Urbanas é uma série de seis histórias colhidas nas ruas, reescritas e vertidas para animação. O trabalho é executado por sete jornalistas, um diretor de teatro, 25 músicos, um editor, dois animadores e sete ilustradores.
A ideia é simples e complexa ao mesmo tempo: narrar a cidade de San Salvador, a capital do país. Com isso em vista, durante um ano, jornalistas apuraram, artistas gráficos deram formas e cores a personagens e cenários, e músicos compuseram temas exclusivos para as histórias.
Resultado? Um jornalismo multimídia diferente, único, completo e bem arquitetado.

10 imagens fantásticas... apenas em duas cores

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(Fonte da imagem: Flickr Gizmodo)

Veja as restantes imagens em http://baixa.ki/a15408

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Satélites revelam cidades perdidas no deserto do Saara

Satélites revelam que existem mais de 100 cidades com fortes e castelos, escondidas no deserto do Saara, na Líbia.

 

Satélites revelam cidades perdidas no deserto do Saara
Dunas do Saara
 
As cidades pertenciam a uma civilização muito antiga, conhecida como os Garamantes, e esta descoberta mostra que, embora fossem bárbaros nómadas, eram muito mais complexos do que aquilo que se acreditava.
David Mattingly, o chefe da exploração, disse que "os Garamantes eram muito civilizados, viviam em grandes aldeias fortificadas como agricultores nos oásis". Eram um Estado com uma linguagem escrita e tecnologias avançadas. Foram pioneiros no estabelecimento de rotas de comércio pelo Saara.
A descoberta desta civilização vai permitir que "crianças líbias conheçam a sua história", disse Mattingly.
O fim do conflito armado na Líbia vai permitir que arqueólogos britânicos retomem as investigações no sudoeste do país, de onde tiveram de sair em Fevereiro, quando começou a revolta contra Kadafi, morto a 20 de Outubro.
A equipa de exploração já conseguiu identificar restos de tijolos de complexos semelhantes aos castelos, com paredes ainda existentes, além de traços de habitações, cemitérios, poços e sistemas de irrigação.

domingo, 13 de novembro de 2011

Dia a dia de um Taxista (ou condutor de Táxi)

Este é o retrato do dia a dia de um taxista.

Uma profissão que, como tantas outras, atravessa dias difíceis neste nosso país. Um retrato contado pelos próprios actores e que tem como pano de fundo a sua vida sobre as quatro rodas. Um misto de realidade e peripécias, na cidade dos estudantes, é o que se pode encontrar neste projecto elaborado por mim (André Manuel Mendes) e por dois grandes amigos (Rui Sousa e Luís André Freixo).


As prioridades do Jornalismo

Mais uma vez, no "Ponto Media" de António Granado, encontrei um GRANDE texto de Steve Yelvington sobre como fazer bom jornalismo. Getting ‘digital first’ right in the ‘newsroom’


1 – Tell me what is happening now, and what it means. Responsibility for “news” doesn’t go away, it just gets more complicated in the chaotic bazaar of realtime journalism where the community plays a major role. The audience is not passive. It has creators, not just consumers.
2 – Help me find the information I need in my daily life. I’m not just a citizen and a voter. I have information needs that relate to my job, my role as a consumer, and my entertainment. Some of those needs are peculiarly local. Information that isn’t news is a blind spot that newsrooms must overcome if they are to continue to exist.
3 – Help me connect with people. The need for human conversation is as powerful as the need for food and the need for shelter. A community begins with conversation. A community without conversation will die. As a community journalist, nothing you do is more important than tending to this responsibility. It’s not a distraction from your job. It is your job.


Leia mais em: http://ciberjornalismo.com/pontomedia/#ixzz1dd4fB4SE